The Red String Theory: estávamos destinados

Já alguma vez te apercebeste, depois de conheceres uma pessoa, de várias coincidências nas vossas vidas que te levam a crer que estavam destinadas a cruzar-se? Como se tivessem estado “ligadas” por um fio invisível até o universo decidir que era o momento de vos juntar? Há uma teoria que argumenta precisamente isso: The Invisible String Theory. 

Também conhecida por “red string theory”, ganhou popularidade no TikTok e tornou-se numa das teorias mais famosas entre a Gen Z e, como é óbvio, não escapou ao nosso olho clínico já que todo o seu conceito é mesmo muito glitter

Teve origem numa crença popular asiática, que diz que “as pessoas destinadas a encontrar-se estão ligadas por um fio vermelho invisível, preso ao dedo mindinho. Esse fio pode esticar ou enrolar-se, mas nunca se parte”. Este fio diz-se invisível uma vez que é apenas uma metáfora para o destino ou uma ligação emocional/espiritual, muitas vezes associados ao amor verdadeiro. O dedo mindinho, por sua vez, deve-se ao facto de supostamente estar ligado ao coração. Mesmo que duas pessoas estejam afastadas durante um tempo, a vida encarrega-se de as voltar a juntar, algo inevitável já que estão profundamente conectadas por este “fio”. 

E se pensarmos, talvez todos tenhamos um exemplo que comprove esta teoria na nossa própria vida. Quantas pessoas não frequentavam os mesmos lugares, tinham rotinas parecidas ou muitos amigos em comum, mas nunca se cruzaram até um momento muito específico? Muitas vezes surge a pergunta: porquê só agora? Talvez tenha sido mesmo quando tinha de ser. Quem sabe, se fosse antes, as coisas na vida de ambas não estivessem perfeitamente alinhadas para se conhecerem. Foi só no momento certo, e ainda bem.

Deixamos dois exemplos desta teoria:

“Eu e o meu namorado temos vários conhecidos em comum, frequentamos os mesmos sítios, já coincidimos em alguns eventos, até temos uma fotografia em que aparecemos os dois que, para surpresa de todos, uma das minhas melhores amigas encontrou na sua câmara e nenhum dos dois fazia ideia que existia (…). Só quase um ano depois do momento em que essa fotografia foi tirada é que o universo decidiu que tínhamos de nos conhecer, e realmente, pareceu-me que se fosse antes não faria sentido. É a teoria do fio invisível.”

“A primeira vez que vi aquela pessoa foi num aeroporto, entre a pressa das partidas e chegadas. Não trocámos palavras, apenas um olhar rápido, mas ficou na minha memória como algo inexplicavelmente familiar. Anos depois, num país completamente diferente, entrei num café ao acaso e lá estava a mesma pessoa, sentada sozinha. Foi nesse momento que percebi: o tal fio vermelho de que falam, invisível mas inquebrável, tinha guiado as nossas vidas até aquele ponto. (…) Não era coincidência, era destino.”

Ficamos fãs desta perspetiva e, a ser verdade, é das coisas mais poéticas da existência humana.

E tu, podes comprovar esta tese? Conta-nos tudo! 

#TheGlitterDream