Durante muito tempo, estar sozinha foi confundido com estar sozinha demais. Como se o silêncio fosse um problema, e não um espaço.
Vivemos habituados a preencher tudo, com mensagens, música, planos, distrações. E, sem perceber, esquecemo-nos de como é simplesmente estar connosco.
Mas aprender a estar sozinha não é isolamento. É presença.
Estar sozinha não é estar vazia
Há uma diferença grande entre solidão e solitude. Uma pesa, a outra acalma.
Estar sozinha pode ser um momento de pausa, de reconexão, de perceber o que realmente gostamos. sem influência, sem ruído.
Fazer coisas sozinha (e gostar disso)
Ir tomar um café, passear, ver uma série ou até almoçar fora sozinha. No início pode parecer estranho, mas com o tempo torna-se natural.
São nesses momentos que começas a perceber que não precisas sempre de companhia para aproveitar o tempo.
Ouvir os próprios pensamentos
Quando não há distrações, há espaço para pensar. E, mesmo que às vezes seja desconfortável, também é necessário.
É assim que organizamos ideias, sentimos o que está por processar e ganhamos clareza.
Menos distração, mais presença
Estamos constantemente ligados a alguma coisa, música, redes sociais, notificações. Estar sozinha também passa por desligar um pouco desse ruído.
Nem sempre é fácil, mas faz diferença.
Criar momentos só teus
Pequenos rituais ajudam:
- beber café com calma
- escrever
- caminhar sem destino
- simplesmente não fazer nada
São momentos simples, mas que criam ligação contigo própria.
Não é sobre estar sempre sozinha
Aprender a estar sozinha não significa afastar-se dos outros. Significa não depender constantemente de companhia para te sentires bem.
É saber que estás bem contigo, mesmo no silêncio.
Conclusão
Num mundo onde estamos sempre conectados, estar sozinha pode parecer estranho. Mas, muitas vezes, é exatamente aí que encontramos mais clareza.
No fundo, aprender a estar sozinha é aprender a estar bem contigo.
Artigo por Helena Oliveira, do Curso de Coordenação e Produção de Moda da escola Árvore
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