Sonhar é aquele momento mágico em que nos desligamos do mundo real e mergulhamos no “e se…?”. Pode ser aquele plano gigante de conquistar o mundo, lançar um negócio, comprar uma casa ou simplesmente viver uma vida que faça sentido para ti. Mas também é quando o nosso subconsciente decide dar um espetáculo de criatividade durante a noite. Hoje é o Dia Mundial do Sonho e por isso, vamos sonhar?
Sonhar acordado = acreditar.
É como ter um spoiler da tua própria vida, uma versão alternativa que ainda não aconteceu, mas que podes construir. A cena é: acreditar no teu sonho é o primeiro passo para ele deixar de ser só uma ideia bonita e passar a ser realidade. E sim, vai haver sempre quem diga que é impossível. Mas pensa: tudo o que hoje é normal (um avião no ar, a internet, um robot de ultra tecnologia, ou até uma pizza com ananás) já foi só o sonho de alguém.
Sonhar a dormir = ouvir o teu eu escondido.
Já aqueles sonhos que aparecem quando estás KO na cama… bom, o cérebro adora mandar metáforas meio estranhas. Sonhar que estás a voar pode ser a tua vontade de sentir mais liberdade. Sonhar que chegas atrasado a um exame pode ser a tua ansiedade a falar mais alto. Às vezes são só imagens aleatórias, porque o cérebro gosta de brincar a realizador surrealista. Mas noutras, os sonhos são como mensagens privadas que a tua mente te envia, disfarçadas de filme noturno.
Então, qual é a moral da história?
Sonhar é essencial.
É combustível, é terapia, é criatividade em estado puro.
O segredo não é escolher entre sonhar acordado ou dormir para sonhar, é abraçar os dois. Um dá-te direção, o outro dá-te pistas. Juntos, podem ser o teu GPS para uma vida mais alinhada contigo.
Neste Dia Mundial do Sonho (25 de setembro), dá-te permissão para sonhar alto, sem pedir desculpa por isso. Sonhar não é fugir da realidade, é começar a criá-la.
#TheGlitterDream