Vou de férias… e o meu pet, onde fica?

Reservar férias é simples. O difícil mesmo é olhar para o nosso pet e pensar: “E agora? Ficas comigo ou arranjo-te o melhor plano B de sempre?”.
A verdade é que cada tutor tem o seu estilo, e o dos seus patudos também conta. Eis algumas formas de resolver o dilema:

Há quem não abdique de levar o cão para todo o lado. Mala feita, cama, trelas, snacks… e uma lista de hotéis e restaurantes pet friendly na ponta dos dedos. É mais trabalhoso? É. Mas também é a garantia de férias em família, sem exclusões.

Outros preferem deixar os patudos em “resorts” para animais, como os serviços do Sitting Dog, onde há cuidadores certificados, muito mimo e até direito a fotos diárias para matar saudades. Existem várias opções de quintas, em várias cidades, onde os patudos ficam com outros cães a brincar. O lado bom: ficas descansada.

Depois, há a clássica solução: deixar em casa da mãe. E convenhamos…(se for possível) muitas vezes é a melhor opção. Porque lá o cão ou o gato já sabe de cor onde está tudo, e a avó trata-os como se fossem netos, com direito a mais snacks e menos regras.

Se a ideia for manter o pet no seu espaço, há também os pet sitters que vão a casa. Plataformas como a Swapi fazem a ponte com cuidadores de confiança que passam para passear, dar comida e fazer companhia. É perfeito para os animais que não lidam bem com mudanças de ambiente. E ainda mandam fotos a mostrar como tudo está a correr.

E claro, há ainda os esquemas entre amigas: “eu cuido do teu agora, tu cuidas do meu quando fores”. Simples, barato e cheio de confiança (quando resulta).

Não existe resposta certa ou errada. O que importa é que tanto tu como o teu pet se sintam em paz. Porque férias são para descansar, e saber que o teu companheiro está bem tratado é meio caminho para conseguires, finalmente, desligar.

#TheGlitterDream