As 10 capas de revista mais icónicas de sempre

Há capas que vendem revistas. E depois há aquelas que ficam para a história. São fotografias que desafiaram convenções, lançaram tendências, provocaram polémicas e, décadas depois, continuam a ser imediatamente reconhecidas.

Estas são dez das capas de revista mais famosas e influentes de sempre.

Vanity Fair (1991) – Demi Moore grávida

Quando Annie Leibovitz fotografou Demi Moore nua e grávida para a Vanity Fair, o mundo parou. Em 1991, mostrar uma gravidez desta forma era considerado ousado. Hoje, é uma das imagens mais imitadas da história e mudou para sempre a forma como a maternidade passou a ser representada nos media.

Rolling Stone (1981) – John Lennon e Yoko Ono

Poucas fotografias carregam tanto significado. Tirada apenas algumas horas antes do assassinato de John Lennon, mostra o músico nu, abraçado a Yoko Ono. Tornou-se uma das capas mais emocionantes de sempre e venceu inúmeros prémios.

National Geographic (1985) – A Rapariga Afegã

Os olhos verdes de Sharbat Gula tornaram-se um dos retratos mais conhecidos do planeta. Fotografada por Steve McCurry num campo de refugiados no Paquistão, esta capa transformou-se num símbolo mundial da guerra, da resistência e da condição humana.

Vogue (1992) – As supermodelos conquistam o mundo

Naomi Campbell, Linda Evangelista, Cindy Crawford, Christy Turlington e Tatjana Patitz reunidas numa única capa. A fotografia ajudou a definir a era dourada das supermodelos, quando os manequins passaram a ser tão famosos como as estrelas de cinema.

Vanity Fair (1993) – Cindy Crawford e k.d. lang

A imagem de Cindy Crawford a fazer a barba à cantora k.d. lang brincava com os estereótipos de género numa altura em que esse tema raramente era discutido na imprensa. Continua a ser uma referência na história da moda e da fotografia editorial.

Esquire (1968) – Muhammad Ali como São Sebastião

Poucas capas conseguiram reunir arte, política e cultura pop de forma tão poderosa. Em 1968, a Esquire retratou Muhammad Ali como São Sebastião, atravessado por flechas, numa referência à perseguição que sofreu depois de recusar combater na Guerra do Vietname.

Vogue (2021) – Harry Styles quebra convenções

Harry Styles tornou-se o primeiro homem a aparecer sozinho na capa da edição americana da Vogue. Vestido com peças tradicionalmente associadas ao universo feminino, abriu uma nova conversa sobre moda sem género e identidade.

Time (1966) – “Is God Dead?”

Sem fotografia. Apenas letras vermelhas sobre fundo preto. Uma pergunta simples transformou esta edição numa das capas mais polémicas do século XX e num exemplo de como o design gráfico pode ser tão poderoso quanto uma imagem.

Life (1985) – O bebé no útero

As fotografias de Lennart Nilsson revolucionaram a fotografia científica. A imagem de um feto ainda no útero impressionou milhões de leitores e tornou-se uma das capas mais reproduzidas da história.

British Vogue (2018) – Meghan Markle edita uma edição histórica

Embora Meghan Markle não apareça na capa, foi editora convidada desta edição especial, dedicada a mulheres que estão a mudar o mundo. A revista reuniu figuras como Greta Thunberg, Jacinda Ardern, Jane Fonda e Adwoa Aboah, tornando-se uma das edições mais vendidas da história recente da British Vogue.

Porque é que estas capas continuam inesquecíveis?

As capas de revista são muito mais do que uma fotografia bonita. As melhores conseguem captar o espírito de uma época, lançar debates ou até mudar a forma como vemos determinados temas. Da maternidade à moda, da política à música, estas dez imagens provaram que uma única capa pode entrar para a história e continuar a inspirar gerações décadas depois.

#GlitterUpYourLife